é capaz de estragar o mundo quando parte...
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Viver...
Errando pra aprender.
Se decepcionando pra se proteger.
Se machucando pra crescer.
Chorando pra sorrir.
A gente cai uma vez, pra aprender
Se decepcionando pra se proteger.
Se machucando pra crescer.
Chorando pra sorrir.
A gente cai uma vez, pra aprender
a se levantar em outra.
No fim, tudo que for bom, verdadeiro,
tudo o que realmente nos fizer bem, permanece.
No fim, tudo que for bom, verdadeiro,
tudo o que realmente nos fizer bem, permanece.
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De novo...
A vida voa na sua cara,
esbarra no seu rosto,
suja sua vaidade,
corrompe suas certezas e
você não pode fazer nada.
A não ser lavar o rosto
e começar tudo de novo.
esbarra no seu rosto,
suja sua vaidade,
corrompe suas certezas e
você não pode fazer nada.
A não ser lavar o rosto
e começar tudo de novo.
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Nem nada...
Eu quis tanto ser feliz.
Tanto.
Chegava a ser arrogante.
O trator da felicidade.
Atropelei o mundo e eu mesma.
Tanta coisa dentro do peito.
Tanta vida.
Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos.
Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem
devora o mundo e ainda assim não basta.
Ninguém dá conta e… quer saber?
Nem eu.
Chega.
Não quero mais ser feliz.
Nem triste.
Nem nada.
Eu quis muito mandar na vida.
Agora, nem chego a ser mandada por ela.
Eu simplesmente me recuso a repassar a história,
seja ela qual for, pela milésima vez.
Deixa a vida ser como é.
Desde que eu continue dormindo.
Tanto.
Chegava a ser arrogante.
O trator da felicidade.
Atropelei o mundo e eu mesma.
Tanta coisa dentro do peito.
Tanta vida.
Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos.
Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem
devora o mundo e ainda assim não basta.
Ninguém dá conta e… quer saber?
Nem eu.
Chega.
Não quero mais ser feliz.
Nem triste.
Nem nada.
Eu quis muito mandar na vida.
Agora, nem chego a ser mandada por ela.
Eu simplesmente me recuso a repassar a história,
seja ela qual for, pela milésima vez.
Deixa a vida ser como é.
Desde que eu continue dormindo.
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Parte do outro...
Uma alma gêmea é alguém cujas fechaduras
coincidem com nossas chaves e cujas chaves
coincidem com nossas chaves e cujas chaves
coincidem com nossas fechaduras.
Quando nos sentimos seguros a ponto de abrir fechaduras,
surge o nosso eu mais verdadeiro e podemos
ser completa e honradamente quem somos.
Cada um descobre a melhor parte do outro.
Quando nos sentimos seguros a ponto de abrir fechaduras,
surge o nosso eu mais verdadeiro e podemos
ser completa e honradamente quem somos.
Cada um descobre a melhor parte do outro.
O imprevisto acontece
e alguém te encontra.
E te reecontra.
Te reinventa.
Te reencanta.
Te recomeça.
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Silêncio..
Não vou falar nada.
Já que sou tão imprópria, inadequada, boba.
Já que nunca basto e se tento me excedo.
Já que não sei o que deveria ou
exagero em querer saber o que não devo.
Nunca entendo exatamente, nunca chego lá,
nunca sou verdadeiramente aceita
pela exigência propositalmente inalcançável.
Meu riso incomoda.
Meu choro mais ainda.
Minha ajuda é pouca.
Minha saudade é prisão.
Minha preocupação chatice.
Minha insegurança problema meu.
Meu amor é demais.
Minha agressividade insuportável.
Meus elogios causam solidão.
Minhas constatações boas matam o amor.
As ruins matam o resto todo.
Minhas críticas causam coisas terríveis.
Minhas palavras cuidadas incomodam.
Minhas palavras jogadas, mais ainda.
Minhas opiniões sempre se alongam e cansam.
Meus pedidos sempre desagradam.
Quieta. É assim que será.
Porque toda vez que eu pergunto, quase ofende.
E se respondo, ofende mais.
E se exclamo, minha vontade de viver soterra.
Se for o que eu penso, eu penso errado.
Nada.
Não vou sussurrar.
Nem gemer.
Nenhum som.
Respiração muda.
O silêncio absoluto.
Já que sou tão imprópria, inadequada, boba.
Já que nunca basto e se tento me excedo.
Já que não sei o que deveria ou
exagero em querer saber o que não devo.
Nunca entendo exatamente, nunca chego lá,
nunca sou verdadeiramente aceita
pela exigência propositalmente inalcançável.
Meu riso incomoda.
Meu choro mais ainda.
Minha ajuda é pouca.
Minha saudade é prisão.
Minha preocupação chatice.
Minha insegurança problema meu.
Meu amor é demais.
Minha agressividade insuportável.
Meus elogios causam solidão.
Minhas constatações boas matam o amor.
As ruins matam o resto todo.
Minhas críticas causam coisas terríveis.
Minhas palavras cuidadas incomodam.
Minhas palavras jogadas, mais ainda.
Minhas opiniões sempre se alongam e cansam.
Meus pedidos sempre desagradam.
Quieta. É assim que será.
Porque toda vez que eu pergunto, quase ofende.
E se respondo, ofende mais.
E se exclamo, minha vontade de viver soterra.
Se for o que eu penso, eu penso errado.
Nada.
Não vou sussurrar.
Nem gemer.
Nenhum som.
Respiração muda.
O silêncio absoluto.
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