Sinto que o destino é um relacionamento...
um jogo entre o divino e a perserverança.
Metade escapa ao nosso controle, a outra
metade está inteiramente nas nossas mãos.
Galopamos ao longo da nossa vida como
artistas de circo equilibrados em dois cavalos
lado a lado, um pé sobre o cavalo chamado destino
o outro sobre o cavalo chamado livre arbítrio.
E aquilo que temos de equacionar todos os dias
é qual dos cavalos está em causa,
com qual deles posso deixar de me preocupar
porque não está sob o meu controle e qual
precisa que eu o guie com mais esforço e concentração...



















